sábado, 1 de setembro de 2007

Eutanásia e direito à vida: limites e possibilidades

Caso Terri Schiavo, o mais conhecido do séc. XXI
Por Juliana Almeida (editoria Mundo)
A eutanásia é uma das mais polêmicas questões em debate ao longo da história. Muito praticada na antiguidade (1), por povos primitivos, a eutanásia(2) até hoje causa divergências na opinião pública e por isso é sempre motivo de grandes discussões (3). Usa-se o termo eutanásia quando uma pessoa mata diretamente outra (4). Por exemplo, quando um médico dá uma injeção letal a um paciente.
Um dos casos mais conhecidos de eutanásia no mundo foi (5) o da americana Terri Schiavo, que vivia em estado vegetativo e morreu em 2005 aos (, 6) 41 anos, depois de ter o aparelho que a alimentava desligado. Ela era mantida viva artificialmente, e recebia alimentação por meio de um tubo inserido em seu estômago. Terri foi motivo de uma das mais polêmicas disputas judiciais nos Estados Unidos, envolvendo seus pais e o marido (, 7) que desejava que a sonda de alimentação fosse retirada para interromper seu sofrimento. O acontecimento provocou muita agitação no país e teve repercussão mundial.
Casos como este freqüentemente reacendem a polêmica quanto à prática da eutanásia em várias partes do mundo. É aí que entra a incessante discussão sobre o direito ou dever de interromper a vida de uma pessoa que se encontra em fase terminal ou está em estado vegetativo irreversível.
Historicamente (, 8) pode-se afirmar que a eutanásia (9) não é um fenômeno recente, muito pelo contrário, vem acompanhando a humanidade ao longo de sua existência, e não sendo um problema novo, é possível encontrar registros sobre a prática através dos tempos. Na antiguidade (10), diversos povos como, em algumas comunidades pré-celtas e celtas, os filhos matavam seus pais se estivessem muito velhos e doentes. Na Índia, os doentes incuráveis eram atirados ao rio Ganges, depois de lhes taparem a boca e narinas com lama.
Em alguns casos o termo eutanásia foi empregado de maneira equivocada como no regime nazista, o que na verdade foi uma técnica autoritária e aberrante de eliminação de seres humanos.
A Holanda foi o primeiro país, em 2002, a adotar a eutanásia. A Bélgica, depois da Holanda (11), também já permite a prática. Em 1995 (,12) também foi aprovada no norte da Austrália, (13) a lei entrou em vigor em 1996, mas foi anulada passados poucos meses por uma decisão do Parlamento australiano. O Estado (14) de Oregon -EUA (15) autoriza a morte assistida (suicídio assistido: ajuda para que o paciente terminal realize sua própria morte).
A palavra eutanásia deriva de eu (16), que significa bem, e thanatos (17), que é morte, significando boa morte, morte doce, morte sem dor nem sofrimento. As modalidades da eutanásia são três: passiva, ativa ou indireta e de duplo efeito.
No Brasil, a eutanásia é crime, trata-se de (18) homicídio doloso. Na legislação brasileira temos assegurado o direito à vida. Ocorre, todavia, que na prática a situação é bem diferente e muitas vezes, embora sendo crime (19), é praticada impunemente.
Dentro da sociedade encontramos posições confrontantes, em que algumas pessoas são contra e outras são a favor(20). Apesar das discussões, a sociedade ainda não está acostumada com isto, o assunto é tabu no mundo todo,(21) e (,)quando é posto em debate (, 22) gera polêmica e um certo incômodo, pois afeta profundamente questões legais, sociais, religiosas, culturais e muitas outras (22).

Um comentário:

redacao4.campusniteroi disse...

Correção

(1) antigüidade
(2) palava repetida
(3) repetição de informação (polêmica = discussão)
(4) errado: a morte é consentida pelo paciente, faltou informar isso
(5) se "é" conhecido então não pode escrever "foi"
(6) falta a vírgula
(7) falta a vírgula
(8) falta a vírgula
(9) palavra repetida
(10) antigüidade
(11) Palavra repetida / se a Holanda foi o primeiro, é claro que os outros países adotaram a medida depois
(12) falta a vírgula
(13) vírgula errada, pois separa o sujeito do verbo (a lei foi aprovada)
(14) estado, e não Estado
(15) o nome do país deveria vir entre parênteses e por extenso, não em sigla
(16) deriva do grego "eu" - faltaram a informação e as aspas
(17) faltaram as aspas
(18) considerado homicídio doloso, e não trata-se
(19) palavra repetida
(20) Se são confrontantes, então são opostas
(21) vírgula errada
(22) entre vírgulas
(23) construção ruim. melhor: "pois afeta várias questões, como legais, sociais, religiosas e culturais

Erros
(6) Estilo (9 ) Português (7 ) Norma ( ) Digitação ( ) Ética (1 ) Informação