Por Mariângela Mattos
A questão relacionada ao aborto é de difícil discussão, mas sou totalmente contra, não só por questões religiosas, mas também, por estar tirando a vida de um ser humano e, portanto, ninguém tem o direito de matar, muito menos um ser tão puro e inocente que não pediu para existir. OBS: Este material está destinado apenas à pessoas que possuem 16 anos ou mais por possuir cenas de grande impacto ou valor sentimental.
De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino, ou seja, o humano passa a existir a partir dessa fecundação, tendo já as suas primeiras evoluções para tomar a forma de um ser humano e, desde o início tem uma “comunicação” com a mãe e, a relação mãe-filho já vai sendo pré-estabelecida.
Portanto, o aborto não é um crime somente para o feto, mas contra a mulher: sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Por exemplo: elas se tornam depressivas, com forte sentimento de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e, podem até se ma
No Brasil, está sendo discutida a possibilidade da legalização do aborto e, segundo a estudante de história de São Paulo (USP) Paula Schor, representante da Juventude Ecumênica da Legião da Boa Vontade (LBV), manifestou a sua preocupação com o impacto público da possível legalização do aborto e explanou: "Como política de governo, é muito mais fácil legalizar o aborto do que em investir em educação e políticas que permitam às pessoas planejar sua vida familiar".
Há pessoas que lucram com a indústria do aborto. Organizações poderosas e pessoas influentes, amparadas pela mídia e em união com empresas multinacionais, vêm tentando impor ao povo, aos poderes públicos e aos legisladores uma mentalidade abortista, fazendo com que modifiquem a opinião da sociedade em relação ao aborto, induzido a problematização da natalidade dessas crianças, principalmente em meio aos menos favorecidos economicamente.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
aborto
Por Francine Carla
O aborto é um assunto polêmico porque gera diferente opiniões do público. Segundo o estudo da OMS (organização mundial de saúde), o número de abortos induzidos têm diminuído principalmente nos países desenvolvidos onde a prática é mais segura e há um maior contato com os anticoncepcionais.
O governador Sérgio Cabral acredita que a interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência pública e concorda com a legalização do aborto. Logo, ele se diz favorável ao direito da mulher interromper uma gravidez indesejada. Ele quer copiar o modelo americano, afirmando que lá deu certo, ou seja, que a legalização do aborto traz redução na violência.
Concordo quando Cabral diz que para uma pessoa de classe média é muito fácil porque possui dinheiro e estrutura familiar, logo não é fechado, tem um lugar especial para essas pessoas. Já para a classe mais baixa, sem condições financeiras tudo é mais difícil.Com isso essa classe tenta desesperadamente uma interrupção arriscada, sem cuidados e sem prepara nenhum, desencadeando num risco de vida para a própria mãe.
Na minha opinião o aborto é aceitável quando há risco de vida para a mulher ou quando há uma possibilidade de má formação do feto. Se não estiver enquadrado nesses dois casos eu não concordo. Acredito que ninguém tem o direito de tirar uma vida, e pior, uma vida sem qualquer tipo de defesa ou opção de escolha se quer ou não viver.
O governador Sérgio Cabral acredita que a interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência pública e concorda com a legalização do aborto. Logo, ele se diz favorável ao direito da mulher interromper uma gravidez indesejada. Ele quer copiar o modelo americano, afirmando que lá deu certo, ou seja, que a legalização do aborto traz redução na violência.
Concordo quando Cabral diz que para uma pessoa de classe média é muito fácil porque possui dinheiro e estrutura familiar, logo não é fechado, tem um lugar especial para essas pessoas. Já para a classe mais baixa, sem condições financeiras tudo é mais difícil.Com isso essa classe tenta desesperadamente uma interrupção arriscada, sem cuidados e sem prepara nenhum, desencadeando num risco de vida para a própria mãe.
Na minha opinião o aborto é aceitável quando há risco de vida para a mulher ou quando há uma possibilidade de má formação do feto. Se não estiver enquadrado nesses dois casos eu não concordo. Acredito que ninguém tem o direito de tirar uma vida, e pior, uma vida sem qualquer tipo de defesa ou opção de escolha se quer ou não viver.
sábado, 24 de novembro de 2007
Contato do Cláudio
Pessoal, sou aluna do Cláudio em Niterói e estou precisando muito falar com ele. Alguém tem o e-mail dele?
Cláudio, se ler esta mensagem, por favor, entre em contato!
Brigada!
Amanda (amandapinheiropessoal@gmail.com)
Cláudio, se ler esta mensagem, por favor, entre em contato!
Brigada!
Amanda (amandapinheiropessoal@gmail.com)
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Contato do Cláudio
Pessoal, alguém tem o e-mail do Cláudio? Preciso muito falar com ele.
Prof., se ver este recado, por favor, entre em contato.
Obrigada!
Amanda Pinheiro (amandapinheiropessoal@gmail.com)
Prof., se ver este recado, por favor, entre em contato.
Obrigada!
Amanda Pinheiro (amandapinheiropessoal@gmail.com)
domingo, 11 de novembro de 2007
Ditadura Disfarçada
Por Bianca Piquet
A teoria sobre uma possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o jornal Folha Online, partiu do cientista político Leôncio Martins Rodrigues e de deputados da oposição após analisarem as verdadeiras intenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A oposição acredita que o sucesso do PAC poderia criar condições políticas para a possível alteração na Constituição e assim tornar legal o 3º mandato. Mas, o presidente da República diz que sempre foi contra a reeleição e que a suspeita é absurda. “Se o Congresso Nacional quiser fazer a reforma política, todo mundo conhece minha tese, sou favorável a um mandato maior do que quatro anos, sem reeleição" afirma Lula, em reportagem publicada pelo site G1.
Concordo quando Lula diz “que a alternância de poder é a melhor coisa para a democracia. O povo vai votando, vai acertando, vai errando, vamos construindo um Brasil cada vez mais sólido, democrático e justo”. Acredito a tentativa de se manter no poder a qualquer custo seja uma afronta à democracia e uma forma de ditadura disfarçada.
O que se pode perceber é que, ao menos por enquanto, Lula não irá se guiar no exemplo do polêmico presidente da Venezuela, Hugo Chavez, que pretende alterar a Constituição para que tenha chance de concorrer às reeleições um número ilimitado de vezes.
A teoria sobre uma possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o jornal Folha Online, partiu do cientista político Leôncio Martins Rodrigues e de deputados da oposição após analisarem as verdadeiras intenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A oposição acredita que o sucesso do PAC poderia criar condições políticas para a possível alteração na Constituição e assim tornar legal o 3º mandato. Mas, o presidente da República diz que sempre foi contra a reeleição e que a suspeita é absurda. “Se o Congresso Nacional quiser fazer a reforma política, todo mundo conhece minha tese, sou favorável a um mandato maior do que quatro anos, sem reeleição" afirma Lula, em reportagem publicada pelo site G1.
Concordo quando Lula diz “que a alternância de poder é a melhor coisa para a democracia. O povo vai votando, vai acertando, vai errando, vamos construindo um Brasil cada vez mais sólido, democrático e justo”. Acredito a tentativa de se manter no poder a qualquer custo seja uma afronta à democracia e uma forma de ditadura disfarçada.
O que se pode perceber é que, ao menos por enquanto, Lula não irá se guiar no exemplo do polêmico presidente da Venezuela, Hugo Chavez, que pretende alterar a Constituição para que tenha chance de concorrer às reeleições um número ilimitado de vezes.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
O lado cor de rosa do tráfico
Por Juliana Brasiel
O número de mulheres envolvidas com o tráfico de drogas está aumentando a cada dia no Brasil, chegando a 20% da participação nas organizações criminosas. Há mais ou menos dez mil brasileiras presas por envolvimento com drogas e mais de 500 detidas em prisões européias.
Os motivos que levam as mulheres a se envolver na criminalidade são, em sua maioria, a “obediência” à seus parceiros sexuais ou afetivos e o sustento de suas famílias. Muitas delas chegam a assumir papel de destaque na estrutura criminosa. Como exemplo, estão as famosas “tias do tráfico”, peças-chave da confiança dos donos do morro. Elas podem cuidar de bandidos feridos, dar abrigo aos que saíram da prisão, vigiar a comunidade e até efetuam pagamento de propina aos policiais.
Essas e mais histórias sobre o envolvimento das mulheres com o tráfico de drogas foram contadas no livro "Falcão – Mulheres e o Tráfico", escrito pelo rapper MV Bill e seu produtor, Celso Athayde.
“Mãe de favela é fábrica de marginal”
Além do envolvimento direto com o tráfico, as mulheres também seriam fornecedoras de mais mão-de-obra para o crime organizado, pelo menos é que diz o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho. Para o governador, a legalização do aborto pode ajudar a reduzir a violência no estado, pois as mulheres das favelas irão parar de “produzir” delinqüentes.
- Não tenho a menor dúvida de que o aborto (como política pública) pode conter a violência, disse Cabral.
Ele acrescenta que “a questão da interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência” e que “a redução da violência nos Estados Unidos na década de 90 está intrinsecamente ligada à legalização do aborto em 1975, pela Suprema Corte”.
- Sou favorável ao direito da mulher de interromper uma gravidez indesejada, afirmou.
Cabral ainda faz uma comparação entre as pessoas mais estruturadas que são de classe média e as menos favorecidas. “Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal”, acrescentou.
O número de mulheres envolvidas com o tráfico de drogas está aumentando a cada dia no Brasil, chegando a 20% da participação nas organizações criminosas. Há mais ou menos dez mil brasileiras presas por envolvimento com drogas e mais de 500 detidas em prisões européias.
Os motivos que levam as mulheres a se envolver na criminalidade são, em sua maioria, a “obediência” à seus parceiros sexuais ou afetivos e o sustento de suas famílias. Muitas delas chegam a assumir papel de destaque na estrutura criminosa. Como exemplo, estão as famosas “tias do tráfico”, peças-chave da confiança dos donos do morro. Elas podem cuidar de bandidos feridos, dar abrigo aos que saíram da prisão, vigiar a comunidade e até efetuam pagamento de propina aos policiais.
Essas e mais histórias sobre o envolvimento das mulheres com o tráfico de drogas foram contadas no livro "Falcão – Mulheres e o Tráfico", escrito pelo rapper MV Bill e seu produtor, Celso Athayde.
“Mãe de favela é fábrica de marginal”
Além do envolvimento direto com o tráfico, as mulheres também seriam fornecedoras de mais mão-de-obra para o crime organizado, pelo menos é que diz o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho. Para o governador, a legalização do aborto pode ajudar a reduzir a violência no estado, pois as mulheres das favelas irão parar de “produzir” delinqüentes.
- Não tenho a menor dúvida de que o aborto (como política pública) pode conter a violência, disse Cabral.
Ele acrescenta que “a questão da interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência” e que “a redução da violência nos Estados Unidos na década de 90 está intrinsecamente ligada à legalização do aborto em 1975, pela Suprema Corte”.
- Sou favorável ao direito da mulher de interromper uma gravidez indesejada, afirmou.
Cabral ainda faz uma comparação entre as pessoas mais estruturadas que são de classe média e as menos favorecidas. “Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal”, acrescentou.
Mesmo afirmando que a fábrica de bandido está na favela, o governador garante que quem financia o tráfico são os usuários de drogas das classes A e média alta, que em sua maioria são os “moradores dos padrões suecos”.
Mulheres no comando do tráfico
Por Bianca Piquet
Tem crescido a cada dia o número de mulheres que se envolvem com a o tráfico de drogas. Hoje elas já ocupam posições que antes eram exercidas exclusivamente por homens e podem chegar até altos cargos na hierarquia do crime organizado.
A participação da mulher dentro da estrutura do tráfico de drogas pode ser notado desde sua produção até a comercialização. Segundo o inspetor Rossano de Oliveira, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os traficantes estão usando mão-de-obra feminina, pois teoricamente elas despertam menos suspeitas.
De acordo com dados da PRF o perfil clássico das mulheres envolvidas no tráfico é de desempregadas ou trabalhadoras que recebem salários baixos. São mães solteiras, tem muitos filhos, pertencem à faixa etária dos 20 anos e de baixa escolaridade. No livro "Falcão - Mulheres e o tráfico", de Celso Athayde e MV Bill, podem ser encontrados outros motivos que as levaram ao crime e como essa história pode ter um fim trágico.
Como forma de diminuir o tráfico e combater a violência pública o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB) propõem a legalização do aborto. Ele acredita que esta é uma boa opção se for levado em consideração que a grande incidência de mulheres no crime se deve a sua baixa classe social não tendo assim condições de se sustentar, ainda mais com um grande número de filhos.
Tem crescido a cada dia o número de mulheres que se envolvem com a o tráfico de drogas. Hoje elas já ocupam posições que antes eram exercidas exclusivamente por homens e podem chegar até altos cargos na hierarquia do crime organizado.
A participação da mulher dentro da estrutura do tráfico de drogas pode ser notado desde sua produção até a comercialização. Segundo o inspetor Rossano de Oliveira, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os traficantes estão usando mão-de-obra feminina, pois teoricamente elas despertam menos suspeitas.
De acordo com dados da PRF o perfil clássico das mulheres envolvidas no tráfico é de desempregadas ou trabalhadoras que recebem salários baixos. São mães solteiras, tem muitos filhos, pertencem à faixa etária dos 20 anos e de baixa escolaridade. No livro "Falcão - Mulheres e o tráfico", de Celso Athayde e MV Bill, podem ser encontrados outros motivos que as levaram ao crime e como essa história pode ter um fim trágico.
Como forma de diminuir o tráfico e combater a violência pública o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB) propõem a legalização do aborto. Ele acredita que esta é uma boa opção se for levado em consideração que a grande incidência de mulheres no crime se deve a sua baixa classe social não tendo assim condições de se sustentar, ainda mais com um grande número de filhos.
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