Mais uma estatística sobre os dados da criminalidade no país surpreende e revela o envolvimento cada vez maior de mulheres no tráfico de drogas. Um levantamento feito pelo Comando de Policiamento da Capital de Mato Grosso (CPC-MT) mostrou que 75% das mulheres dos presídios femininos de Cuiabá cumprem pena por tráfico de drogas. Mas os dados não se restringem apenas ao Mato Grosso, o Rio de Janeiro perde diariamente crianças, adolescentes, jovens e agora mulheres para o tráfico.
A criminalidade no Rio de Janeiro assusta. Os confrontos entre bandidos e a disputa de áreas pelos traficantes faz vítimas todos os dias. Mas um fato inédito está causando espanto entre as autoridades: o envolvimento de mulheres no tráfico de drogas. Elas vêm ocupando posições que até então eram restritas aos homens, desempenham várias funções nas bocas-de-fumo, inclusive a de chefiar quadrilhas.
A grande maioria dessas mulheres se envolve com a estrutura do crime à medida que as oportunidades formais de emprego vão desaparecendo. Na colaboração com os traficantes há aquelas que para sobreviver vendem comida, compram roupas, cuidam dos feridos, ajudam os que saem da prisão, pagam propinas a policiais e até se prostituem. Diante disto é fácil perceber que essas mulheres são mais vulneráveis ao recrutamento do tráfico de drogas, por fazerem parte desta cadeia indiretamente.
A participação feminina no tráfico de drogas é também conseqüência do aumento na criminalidade em vários regiões do país. Recentemente o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), em entrevista ao portal G1, falou sobre o crime organizado no estado. Dentre as questões abordadas, propôs a legalização do aborto como forma de conter a violência. Segundo Cabral,”a questão da interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão, isso é uma fábrica de produzir marginal. O Estado não dá conta.” As declarações geraram polêmica, a sugestão do governador nos faz criar um conceito intuitivo: menos filhos de pobres, menos crime. A legalização do aborto não descartará o aparecimento de possíveis criminosos. Um bebê não é criminoso por natureza. A sociedade é que deve ser capaz de oferecer a ele uma vida digna.
A criminalidade no Rio de Janeiro assusta. Os confrontos entre bandidos e a disputa de áreas pelos traficantes faz vítimas todos os dias. Mas um fato inédito está causando espanto entre as autoridades: o envolvimento de mulheres no tráfico de drogas. Elas vêm ocupando posições que até então eram restritas aos homens, desempenham várias funções nas bocas-de-fumo, inclusive a de chefiar quadrilhas.
A grande maioria dessas mulheres se envolve com a estrutura do crime à medida que as oportunidades formais de emprego vão desaparecendo. Na colaboração com os traficantes há aquelas que para sobreviver vendem comida, compram roupas, cuidam dos feridos, ajudam os que saem da prisão, pagam propinas a policiais e até se prostituem. Diante disto é fácil perceber que essas mulheres são mais vulneráveis ao recrutamento do tráfico de drogas, por fazerem parte desta cadeia indiretamente.
A participação feminina no tráfico de drogas é também conseqüência do aumento na criminalidade em vários regiões do país. Recentemente o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), em entrevista ao portal G1, falou sobre o crime organizado no estado. Dentre as questões abordadas, propôs a legalização do aborto como forma de conter a violência. Segundo Cabral,”a questão da interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão, isso é uma fábrica de produzir marginal. O Estado não dá conta.” As declarações geraram polêmica, a sugestão do governador nos faz criar um conceito intuitivo: menos filhos de pobres, menos crime. A legalização do aborto não descartará o aparecimento de possíveis criminosos. Um bebê não é criminoso por natureza. A sociedade é que deve ser capaz de oferecer a ele uma vida digna.
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