Aborto: Fazer ou não fazer? Eis a questão.
Por Flávia Gouveia
Aborto. Este tema é indiscutivelmente polêmico. Em uma sociedade democrática como a nossa o que não falta é opinião. Estas opiniões dividem sociedades, já que o aborto inclui subtemas como religião, psicologia e leis. Aqui no Brasil o aborto é considerado crime,http://redece.org/direitos.htm salvos os casos de estupro e risco de morte para a gestante. Em outros países como Portugal, por exemplo, o aborto é legalizado.http://www.aborto.com/
Recentemente o aborto voltou a aparecer em jornais brasileiros quando o governador do estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) e o ministro da saúde José Gomes Temporão defenderam o aborto como redução da violência e planejamento familiar. O aborto vai muito além disso, as mulheres de baixa renda reivindicam uma distribuição regular de anticoncepcionais. Para mim a população em geral merece uma educação sexual digna e programa eficaz de contracepção e não aborto em massa.
Há quem diga que a legalização do aborto é uma vitória para as mulheres, que podem decidir o que querem fazer da sua vida e do seu corpo, porém o que acontece não só no Brasil mas em todo o mundo é a irresponsabilidade. O aborto é usado como um método contraceptivo depois de uma noite com um parceiro qualquer. A promiscuidade impera em nossa sociedade e valores como família, amor, respeito estão esquecidos. As pessoas tem se esquecido que gravidez é até um sinal de saúde e também não se preocupam com as doenças sexualmente transmissíveis, que podem até matar.
Eu acredito que ninguém tem o direito de tirar uma vida em vão, como uma forma de “se livrar de uma besteira”, mas se por acaso a gravidez for gerar um bebê cheio de problemas de saúde e defeituoso, ou conseqüência de um estupro não vejo problema em se ter um aborto. Acredito também que cada caso é um caso e que deve prevalecer sempre o bom senso e o valor da saúde em primeiro lugar.
domingo, 2 de dezembro de 2007
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